
MedicamentosPara o SUS, para a Anvisa e para o cumprimento de uma sentença, 300 mg/10 mL intravenoso e 920 mg/23 mL subcutâneo não são o mesmo objeto. Pedir “Ocrevus” sem via é o atalho para uma tutela que a farmácia não executa.

MedicamentosDurante anos, grupos de pais ouviram que o givinostat “não existia no Brasil”. Em agosto de 2026, esse retrato ficou datado. Continuar ajuizando no Tema 500 é litigar no mundo que já acabou.

MedicamentosO frasco de 90 cápsulas de 50 mg deixou de ser, no Brasil, um produto “somente importado”. Continua, nas fontes de setembro de 2026, fora da Rename. Essa diferença de um ano muda a tese — e invalida a petição antiga.

MedicamentosA busca chega com o texto da caixa estrangeira: “WINREVAIR 45MG 2 FRASCOS MSD”. Esse detalhe de embalagem já foi suficiente para petições pedirem a coisa certa com a descrição errada.

MedicamentosEm Dravet e Lennox-Gastaut, a receita da solução oral costuma chegar depois de uma lista longa de anticonvulsivantes. O obstáculo jurídico, no Brasil, não é só o preço: é o controle especial e um status de registro que precisa ser conferido no dia do protocolo.

MedicamentosPoucos fármacos de alto custo geram tanta confusão de marca e de dose. Pedir “tafamidis” sem dizer se é nervo ou coração, 20 mg ou 61 mg, é o atalho para uma decisão que a farmácia não consegue cumprir.

MedicamentosDiferente de um órfão sem Anvisa, o Voranigo já tem registro brasileiro. O que ainda emperra o acesso, na maior parte dos dossiês, é a recusa do plano ou a ausência do comprimido nas listas do SUS.

MedicamentosO nome chega ao Brasil pela bula americana ou europeia. A farmácia de alto custo não o tem. O plano, em muitos casos, responde que não há registro na Anvisa. O processo existe — e é um dos mais exigentes do direito à saúde.

MedicamentosQuando o tratamento prescrito não está no rol da ANS, na Rename ou no PCDT, a recusa do plano ou do SUS não encerra o assunto. O caminho, porém, não é o mesmo em todos os casos.